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	<title>Oficina HCB - HOT COMPANY BRASIL</title>
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	<description>Site da oficina HCB (Hot Customs Brazil) especializada em hot rods, muscle cars, carros customizados. Serviços especiais de funilaria e pintura.</description>
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		<title>Projeto: Chrysler Night Rock</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 17:11:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Inspirada na Harley Davidson Night Rod Special, Chrysler Roadster 1928 ressurge sob a forma de um incrível hot rod As grandes idéias, muitas vezes, são obra do acaso. Exemplo disso é dado pelo nosso leitor Almir Rocha que, em 2007, deparou-se, na rua, com um Harley Davidson Night Rod Special, sombria versão do consagrado modelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inspirada na Harley Davidson Night Rod Special, Chrysler Roadster 1928 ressurge sob a forma de um incrível hot rod</p>
<p>As grandes idéias, muitas vezes, são obra do acaso. Exemplo disso é  dado pelo nosso leitor Almir Rocha que, em 2007, deparou-se, na rua, com  um Harley Davidson Night Rod Special, sombria versão do consagrado  modelo V-Rod, cuja imagem jamais lhe saiu da cabeça. Fascinado com os  detalhes da sua musa inspiradora, Almir teve a idéia de montar um hot  utilizando-a como tema e começou, então, a busca pelo carro que serviria  como base do projeto.</p>
<p>“Depois de muito procurar pelo modelo mais adequado, um amigo  comentou sobre a existência de um Chrysler roadster 72 model 1928 na  cidade de Curitiba, PR. A possibilidade de adquirir um carro tão raro me  deixou louco, mas a negociação não foi nada fácil, pois antigo  proprietário era duro na queda”, contou Almir. E põem dureza nisso:  depois de duas semanas de muita conversa o sujeito acabou vendendo o  veículo para outra pessoa, da cidade de Porto Alegre. “Fiquei  desesperado. O projeto já estava pronto na minha cabeça e eu tinha  perdido o carro!”.</p>
<p>Determinado, o rodder não desistiu e, como não havia outro jeito,  começou a negociar com o novo proprietário do veículo. “Como eu só  conhecia o Chrysler por fotos ele me alertou sobre as reais condições do  roadster não eram das melhores mas, idependente disso, eu insisti na  aquisição”. Assim, após muita conversa e algumas noites sem dormir,  nosso leitor finalmente adquiriu seu tão sonhado veículo.</p>
<p>PRIMEIROS PASSOS</p>
<p>Havia uma boa razão para o Chrysler estar judiado: segundo consta,  ele teria sido usado como “carretera” (“estrada” em espanhol) por mais  de 20 anos. As “carreteras” eram carros de corrida híbridos, com  carrocerias antigas e mecânicas modernas (para a época) que surgiram na  Argentina e se popularizaram, no Brasil, entre as décadas de 40 e 60.  Tais híbridos eram, em todos os sentidos, os veículos que mais se  aproximavam, na América do Sul, aos hot rods feitos nos EUA. O curioso é  que, para este tipo de adaptação, normalmente empregavam-se modelos  fechados, de duas ou quatro portas, e não “baratinhas”, como o roadster  de Almir.</p>
<p>A princípio Almir tentou se convencer de que a aquela situação não  era tão ruim assim. Afinal, os quatro paralamas estavam ótimos, os  parachoques eram bons, o chassi razoável e o único problema era no fato  da carroceria ter diversos problemas. Uma inspeção realizada ao vivo,  porém, logo o colocou diante da triste realidade: a tampa traseira tinha  sido soldada, a parede corta fogo sofreu muitas alterações e o Chrysler  só tinha um banco dianteiro, entre outras “características”  desabonadoras. “Mas eu não culpo o vendedor: ele foi muito correto  comigo ao avisar-me sobre as reais condições do Chrysler”, admite o  leitor.</p>
<p>Passado o susto do primeiro encontro, o veículo foi levado para a  oficina Costa Longa Hot Rod, localizada em Santo André, SP. Lá o chassi  foi reparado, recebendo reforços e novas ancoragens, o que permitiu a  adaptação do motor Chrysler LA 318 V8, do cambio automático Torqueflite  de três velocidades e do eixo diferencial (com relação 3,15:1), tudo  retirado de um Dodge Dart 1979. Em termos de suspensão foram empregados  eixo dianteiro rígido Super Bell e coil overs (semelhantes aos da Night  Rod), cujo emprego se repetiu no eixo motriz, o qual, por sua vez,  ganhou ainda quatro barras tubulares (sistema four link). Começava,  então, uma história que ainda daria muito o que falar.</p>
<p>NOVA ETAPA</p>
<p>Depois disso o veículo foi encaminhado para Hot Company Brasil, de  Salto, SP. “A equipe da HCB não fez uma simples restauração. Eles  construíram o carro de novo. Só para se ter uma idéia, precisávamos  definir algumas medidas do projeto e não tínhamos nenhuma referência. A  solução veio com a aquisição de uma miniatura do  próprio Chrysler na  escala 1/32. Outra miniatura que também serviu como modelo foi a do  Plymouth Prowler”, explicou Almir. A HCB fez um novo alinhamento e o  chassi foi outra vez separado da carroceria. Ele passou por um minucioso  processo de reparação, recebendo, inclusive, novos pontos de fixação  para a mecânica, tudo para garantir a boa dirigibilidade do carro.</p>
<p>Extremamente danificada, a carroceria passou por um complexo processo  de restauração, no qual praticamente tudo teve que ser refeito. Como  exemplo disso citamos os ressaltos laterais (frisos), que não tinham  condições de serem reparados. Assim, a solução foi recortá-los, fazer  peças novas manualmente e soldá-las na carroceria. Enquanto isso Almir  decidia quais itens das HD ele poderia usar no Chrysler. “Meus amigos,  filhos e esposa não conseguiam entender. Eu ficava horas dentro das  lojas da marca, olhando todas as motos bem como os diversos acessórios  existentes para saber o que colocar no carro. Mas tudo de forma bem  sutil, é claro”.</p>
<p>Muitas das peças escolhidas deram um pouco de trabalho para serem  incorporadas ao roadster. A tampa do diferencial aletada foi exemplo  disso: “Para encaixá-la em seu devido lugar tive de desenvolver uma  espécie de anel especialmente criado para este fim”, comentou Almir. Mas  as adaptações não pararam por aí. Os parafusos do carro, feitos de aço  inox, tiveram as cabeças rebaixadas para a posterior inserção do logo da  HD. “Tratam-se de pequenos rebites, os mesmos utilizados para fixar  peças em couro. Eu tive que cortar um a um com um alicate de bico. Foram  várias noites de trabalho”, revelou o proprietário.</p>
<p>Outro detalhe interessante do hot é a tampa do seu filtro de ar,  personalizada com a águia da Harley Davidson, e as “réguas” pelas quais  passam os cabos de vela, na verdade dois tubos de alumínio em forma de  torpedo, instalados logo acima dos coletores de escapamento especiais e  abaixo das tampas de cabeçote personalizadas. O coletor de admissão  original deu lugar a um Weiand, enquanto o carburador DFV 446 bijet foi  substituído por um Holley Quadrijet de 650 CFM. Os freios dianteiros, a  disco, são da marca Wilwood, enquanto os traseiros permanecem originais  do Dodge.</p>
<p>Acompanhando as características da Night Rod Special, a tinta  utilizada no carro foi um preto acetinado, o qual deu ao Chrysler o  visual fosco que seu dono tanto desejava. O detalhe, nesse caso, ficou  por conta das duas faixas longitudinas da carroceria (racing stripes),  obtidas com a aplicação de verniz brilhante. Tanto a tinta quanto o  verniz utilizados são da Glasurit, marca de repintura da Basf. Segundo  Cláudio Pedro da Silva, consultor técnico da empresa, este produto, de  alta tecnologia, oferece maior durabilidade que uma tinta comum.</p>
<p>As rodas, modelo Bonneville, da Billet Specialties, têm aro 17” na  dianteira e 18” na traseira, sendo “calçadas” com pneus Pirelli P Zero  225X45 e 315X15. Pintadas na cor preta, tal como a carroceria, essas  rodas ainda apresenta um filete na cor alaranjada, outra idéia vinda da  HD.</p>
<p>COMPORTAMENTO EQUILIBRADO</p>
<p>Internamente o roadster se destaca pelos bancos no estilo bomber, da  Speedway Company. O detalhe mais interessante, entretanto, fica por  conta da criatividade do proprietário: para garantir mais conforto, os  “baldes” utilizam almofadas forradas com um tecido de estampa HD, o  qual, anteriormente, havia sido um lençol de cama. Os instrumentos de  painel são digitais, da marca Dakota, sendo que o conjunto apresenta  marcador do nível de combustível, voltímetro, velocímetro, manômetro de  óleo e termômetro de água.</p>
<p>Volante Billet, pedaleiras Wilwood, manopla da alavanca de câmbio em  forma de bola de bilhar e párabrisas rebaixado são outros itens desse  Chrysler, o qual foi batizado como Night Rock. Trata-se de uma menção a  cor do veículo em conjunto com o nome da HD e a inicial do sobrenome do  proprietário. Outro ponto que levou a essa designação foi a paixão de  Almir pelos grandes ícones do rock, como Black Sabbath, Steppenwolff,  Deep Purple, Eric Clapton, John Lee Hooker e outras lendas desse ritmo  musical.</p>
<p>Segundo Almir o carro é pura diversão e um grande companheiro de  viagens, já tendo levado seu dono para diversas cidades do interior de  São Paulo, como Águas de Lindóia, Águas de São Pedro, Campinas e Itu.  SP. Dessas aventuras, o que não falta, é claro, são boas histórias: “A  primeira vez que eu peguei a estrada com o Chrysler foi para participar  do XV Encontro Paulista de Autos Antigos. Encantados com o hot, alguns  motociclistas me acompanharam em comboio. Imagine que, no pedágio, pouco  familiarizado com o roadster, depois de pagar a taxa, coloquei o troco  no banco do passageiro e sai tranquilamente”.</p>
<p>Nem é preciso dizer que as notas saíram voando para fora do carro.  Mas isso não faz a menor importância, conforme explica o próprio Almir:  “Fiquei muito contente com a realização deste projeto. Afinal, tal como  uma moto, estou curtindo muito vento na cara, porém, com uma grande  vantagem: não preciso me equilibrar em cima de duas rodas”.</p>
<p>Por: Claudia Cardinale</p>
<p>Fotos: Bruno Guerreiro</p>
<p>Texto retirado da revista <a title="Revista Rod &amp; Custom" href="http://www.streetcustoms.com.br/" target="_blank">Rod &amp; Custom Especial</a></p>
<p><a title="Construção Night Rock" href="http://fabioaugusto.net/hotcustom/projetos/projetos-em-andamento/chrysler-1928/" target="_blank">Veja algumas imagens da construção o Chrysler Night Rock</a></p>
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		<title>Projeto: Picape F1 Black Motion</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 17:08:52 +0000</pubDate>
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		<title>Projeto: Ford 1932 ‘All Steel’</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 17:04:14 +0000</pubDate>
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		<title>Projeto: Picape F1 Fast Red</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 20:58:04 +0000</pubDate>
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		<title>Projeto: Picape F1 Blue Moon</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 20:52:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Desenvolvido para enfrentar as estradas brasileiras, esta F1 1948 mostra força e ousadia nas páginas da Rod &#38; Custom Após onze meses de muito empenho e trabalho a equipe da oficina Hot Company Brasil, localizada em Salto, SP, apresenta mais um projeto de peso. Desenvolvida para enfrentar nossas estradas em viagens de longa distância sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Desenvolvido para enfrentar as estradas brasileiras, esta F1 1948 mostra força e ousadia nas páginas da Rod &amp; Custom</strong></p>
<p>Após onze meses de muito empenho e trabalho a equipe da oficina Hot  Company Brasil, localizada em Salto, SP, apresenta mais um projeto de  peso. Desenvolvida para enfrentar nossas estradas em viagens de longa  distância sem abrir mão do conforto e da segurança, esta pick-up Ford F1  1948 fortalece uma idéia que há muito tempo Rod &amp; Custom faz  questão de frisar: lugar de hot é mesmo na estrada.</p>
<p>Ao contrário do que ocorre com a grande maioria dos automóveis que  entram nas oficinas para serem customizados a pick-up, apesar de  incompleta, não se encontrava tão judiada pela ação do tempo. O fato  empolgou a equipe da HCB, a qual não teve dificuldades para dar um novo  fôlego ao velho utilitário que, mesmo com mais de 60 anos nas costas (ou  seria na caçamba?), voltou a devorar o asfalto em grande estilo!</p>
<p>FÔLEGO NOVO</p>
<p>Livres para criar, o pessoal da oficina deu início a um minucioso  trabalho de revitalização, a começar pelo chassi. A estrutura  apresenta-se hoje com 116 polegadas (295 cm), ou seja, cerca de 6 cm à  mais do que o original. Trabalho minucioso, que exigiu muita habilidade  profissional quando do alinhamento e da soldagem. Afinal, qualquer falha  nessa etapa significaria o comprometimento de todo o projeto.</p>
<p>Depois, chegou a vez de se dedicar a suspensão do veículo. No intuito  de garantir uma melhor dirigibilidade e muito mais conforto, o antigo  eixo rígido dianteiro, que trabalhava com feixes de mola, deu lugar ao  sistema Twin I Beam da pick-up Ford Ranger feita até 1997, o qual surgiu  na linha de utilitários Ford americana de 1965 e chegou ao Brasil três  anos depois com a F100.</p>
<p>O Twin I Beam, como sabemos, é composto por dois eixos oscilantes e  molas helicoidais, o que proporciona um rodar mais macio, embora ocorra  uma certa variação na cambagem durante o curso de trabalho. A suspensão  traseira, com eixo rígido tipo Salisbury e feixes de mola, veio de uma  SUV Ford Explorer 1998 e a relação utilizada é de 3,73:1 .</p>
<p>Com a “base” do utilitário pronta, chegou a hora de instalar o motor.  O velho Ford Flathead 239 V8, que desenvolvia 100 cv (SAE) a 3.800 rpm  (e foi oferecido entre 1948/52), deu lugar a um 302 V8, que conferiu  vida nova a F1. O small block recebeu comando de válvulas Comp Cams  (cuja graduação é mantida em segredo, mas apresenta maior duração na  fase de admissão e escape), coletor de admissão Edelbrock Performer RPM,  carburador Holley Quadrijet mecânico de 650 CFM, o qual é alimentado  por uma bomba elétrica da mesma marca. Segundo a HCB todas essas  alterações proporcionaram ao carro cerca de  280 cv (SAE).</p>
<p>Tampas de válvulas e do filtro de ar Ford Racing, feitos em alumínio,  são americanos, enquanto o cilindro mestre do sistema de freios,  incluindo seu reservatório de vácuo, é da marca Bosch, mas com  reservatórios de fluído especiais. No compartimento do motor também  podemos encontrar mangueiras tipo aeroquip, manômetro de combustível  Summit, polias Tru Trac Billet Specialties, prisioneiros wing nuts e os  cabos de vela fazem uso de réguas metálicas com o logo “V8” da linha  Ford da década de 40</p>
<p>O câmbio, uma caixa “médium duty” Mazda M50D-R2, veio da pick-up Ford  F150. Manual de cinco velocidades trata-se da versão mais resistente da  M50D e, por este motivo, também equipou os Thunderbird Super Coupe  1989/95 e Mercury Cougar XR-7 1989/90, esportivos estes que contavam com  blowers de fábrica. Os freios são a disco nas quatro rodas (sendo os  dianteiros ventilados) da SUV Explorer.</p>
<p>Composto por tubos de aço inox de 2 polegadas e abafadores Magnaflow,  o sistema de escape ainda dispõe de dois cut outs, ou seja, duas saídas  extras para os gases de combustão que, nesse caso, contam com  borboletas móveis de acionamento elétrico. Tudo para proporcionar ao V8  um ronco ainda mais eletrizante. Por fim a caixa de direção, que era por  setor e rosca sem fim, deu lugar a um sistema mais moderno, por pinhão e  cremalheira (com assistência hidráulica) bem mais preciso e que,  logicamente, dispensou o uso do braço Pitman.</p>
<p>ACABAMENTO ESPECIAL</p>
<p>Enquanto uma parte da equipe da HCB se dedicava a mecânica da F1, a  outra fazia a funilaria da pick up. Algo que começou com a remoção total  da pintura do veículo. “Era preciso ter a exata noção do estado  verdadeiro da lataria, o qual estava oculto embaixo de todo aquela  tinta”, explicou Alexandre Benevides, proprietário da oficina e um dos  grandes responsáveis pelo desenvolvimento deste trabalho.</p>
<p>Além disso, o uso de rodas cromadas Cragar SS (15X8 na dianteira e  15X10 na traseira), calçadas com pneus Toyo Z Radial de 255 X 60 e 295X  50, exigiram um trabalho extra por parte dos profissionais da HCB, que  tiveram de alargar os paralamas traseiros em 5 centímetros.</p>
<p>O surrado verde original, denominado Glade Green, cedeu lugar para um  azul metálico com base PU (poliuretano) de tonalidade exclusiva.  Fabricada pela BASF essa tinta não é curada por oxidação de suas resinas  e metais ou perda de solventes, mas por ação de um catalizador, a qual  faz a resina atingir alta resistência, tanto em relação aos fenômenos  climáticos quanto a ação de solventes ou abrasivos. Mas o que mais  impressiona é, sombra de dúvidas, o alto brilho proporcionado pelo  produto.</p>
<p>Depois, a caçamba teve todo o assoalho refeito com madeira jatobá.  Depois de envernizadas, as ripas ganharam barras metálicas cromadas.  Rico em detalhes, esta etapa do trabalho, reforça ainda mais a qualidade  empregada nos projetos desenvolvidos pela equipe da HCB. Grade, frisos,  emblemas, maçanetas, lanternas e párachoques, entre outros detalhes  externos, foram recuperados ou substituídos por peças novas importadas  dos EUA. Os faróis são do tipo tri bar e os retrovisores foram  adquiridos na empresa californiana So-Cal.</p>
<p>Internamente o banco inteiriço deu lugar aos bancos individuais da  Saveiro Summer, que foram devidamente modificados pela HCB, tendo, por  tal motivo, o logotipo V8 nos encostos. Todo o revestimento é de couro,  na cor bege, a qual se repete no carpete do assoalho. O painel teve  retirado os velhos instrumentos originais e, em seu lugar foi instalado  um conjunto circular Classic Instruments Vintage Series, composto por  conta giros, velocímetro, marcador do nível de combustível, manômetro de  óleo, termômetro de água e voltímetro.</p>
<p>A coluna de direção é da marca Flaming River, confeccionada em aço  inox agregou ainda mais estilo ao volante, tipo Banjo, com aro de  madeira da Billet Specialties, a mesma marca escolhida para compor as  pedaleiras e a alavanca de câmbio. O acionamento dos vidros é  tradicional: para abri-los ou fechá-los é necessário utilizar-se da  conhecida manivela que, como as maçanetas da trava, são de aço inox.  Porém, foi adotado um moderno sistema de ar condicionado da Vintage Air.</p>
<p>A pick-up recebeu ainda uma discreta aparelhagem de som. O sistema  conta com CD Player Pioneer modelo DEH-P690UB Premier e alto falantes  Bravox que, instalados nas portas da F1, permitem que os ocupantes  escolham o fundo musical que mais lhe agradem, para compor as inúmeras  histórias que os mesmos, com certeza terão para contar a bordo deste  projeto dos sonhos.</p>
<p>Por: Claudia Cardinale</p>
<p>Fotos: Marcelo Garcia</p>
<p>Veja algumas imagens desta Picape Ford F1 1948 <a title="Picape Blue Moon" href="http://fabioaugusto.net/hotcustom/projetos/projetos-finalizados/ford-f1-1948-blue-moon/" target="_blank">clicando aq</a>ui</p>
<p><a title="Revista Rod &amp; Custom" href="http://www.streetcustoms.com.br/" target="_blank">Esta matéria foi publicada na revista Rod &amp; Custom.</a></p>
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		<title>Projeto HCB é foco de matéria da Fullpower</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 22:17:24 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Oficina HCB é destaque na revista Fullpower com mais um de seus belos projetos. Trata-se de uma picape Ford F1 que está nas páginas da edição que acabou de chegar às bancas (fevereiro 2010).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_316" class="wp-caption alignleft" style="width: 238px"><img class="size-medium wp-image-316 " title="capa94" src="http://fabioaugusto.net/hotcustom/wp-content/uploads/2010/02/capa94-228x300.jpg" alt="capa94" width="228" height="300" /><p class="wp-caption-text">Revista Fullpower </p></div>
<p>Oficina HCB é destaque na revista Fullpower com mais um de seus belos projetos. Trata-se de uma picape Ford F1 que está nas páginas da edição que acabou de chegar às bancas</p>
<p>(fevereiro 2010).</p>
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